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quarta-feira, 16 de março de 2011

Semánario





















segunda-feira, 14 de março de 2011

O ESPELHO

OBJETIVOS: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.

MATERIAL: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser de silêncio e interiorização.

PROCEDIMENTO: O coordenador motiva o grupo: “Vocês devem pensar em alguém que lhes seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem você gostaria de dedicar maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama da verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada pôr você, que fazem dela o grande sentido da sua vida...” (Deixar um tempo para esta interiorização)
Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida.
Em seguida, o coordenador orienta para que todos se dirijam ao local onde está a caixa (uma pôr vez). Todos deverão olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais.
Finalmente, faz-se a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um. É muito importante conversar sobre os objetivos da dinâmica.

A HISTÓRIA DO LÁPIS



O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".


Autor: Herculano Mota

MATERNAL










FASE DE ADAPTAÇÃO





quarta-feira, 9 de março de 2011

Março

FASE DE ADAPTAÇÃO

A vinda para a escola é muitas vezes, uma fase difícil para mãe e filho, principalmente quando é a primeira vez que a criança vai deixar a mãe para ficar num ambiente que não é familiar.

A mãe por sua vez, também fica ansiosa e insegura, ela quer e precisa deixar a criança mas, geralmente tem aquele sentimento de dó e muitas vezes até chora. É o segundo cordão umbilical que deve ser cortado e para a mãe, isto pode representar uma perda.

Na maioria das vezes, a criança sente medo, chora e não quer ficar, o que é uma reação normal, pois ali, tudo é novo para ela, ainda não tem vínculos com ninguém e com nada.


Cabe à escola, orientar os pais, mostrando-lhes que tais reações fazem parte da adaptação, que a criança precisa de um tempo e da segurança (que eles devem passar isso para ela), até a criança e as pessoas da escola criarem vínculos de confiança e afetividade.

Ao receber uma criança, a escola recebe uma FAMÍLIA. É muito importante, haver momento onde os pais e a professora possam conversar para se conhecerem um pouco e já criar os primeiros vínculos de confiabilidade.

Há várias formas de lidar com esta fase, quando há também crianças que não têm "dificuldades" de adptação.

Para aqueles que demonstram dificuldade, é prudente orientar os pais para ficarem em um determinado lugar, sem que a criança os veja, só para terem a certeza de que tudo vai ficar bem.

O Horário deve ser gradativo, combinam de pegar a criança mais cedo até a criança se acostumar.

Outro recurso que deve ser usado também, é a criança levar seu travesserinho, almofada, bichinho ou brinquedo preferido para não se sentir sozinha.

Quando os pais forem muito ansiosos e a adaptação não acontecer, sugere-se que outra pessoa leve a criança: a babá, tia, avó ou vizinha.

O gratificante é que, com o tempo e no final deste período, aquela criança chorona e insegura torna-se saltitante, risonha e feliz no meio dos coleguinhas e com as pessoas da escola. É um mundo novo que começou...


Fonte: Uni-Duni-tê (prazer em aprender) Ed. CEDIC

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