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domingo, 27 de setembro de 2009

Mandalas


Desenhar ou colorir uma mandala é um processo que externa seus sentimentos além de ser um instrumento facilitador para a pessoa relaxar. Mas é claro que mandala é muito mais do que isso, é uma forma de representar o universo, o eterno, o todo. Deixando a espiritualidade a parte, os objetos de formas redondas têm tido muito espaço nas decorações por remeterem à mandala. Seguindo a tendência podemos usa-lás como recurso pedagógico.Podendo ser amplamente explorada na educação infantil.

A palavra mandala designa uma imagem organizada ao redor de um ponto central. É uma manifestação simbólica da psique humana. Inúmeros exemplos de mandalas são encontrados na natureza, desde a organização das flores até a do sistema solar. Utilizados em escolas européias há mais de 20 anos, os “desenhos centralizados” mostraram-se extremamente eficazes ao acalmar crianças muito inquietas, melhorar os estados depressivos e atenuar choques emocionais. Apropriadas para todas as idades, as mandalas têm uma eficácia dupla: por um lado, restabelecem e conservam a ordem psíquica e, por outro, a lembrança do centro, sempre presente, auxilia no reequilibrio dinâmico.

Vários estudos já provaram o efeito curativo das imagens circulares na alma.Especialmente na área infantil, colorir mandalas (formas circulares que representam Deus, o ser humano, a vida e a criação), comprovadamente tranquiliza crianças nervosas, reduz tensões e faz desaparecer medos adormecidos no subconsciente por causa do relaxamento a que são conduzidas.Neste estado de meditação a criança dá um passo para o desenvolvimento do núcleo da personalidade, o próprio Eu.Inédito no Brasil como forma terapêutica para crianças, esta abordagem já é usada em vários países da Europa, onde, em inúmeras escolas, pintar uma mandala antes de aulas que requerem concentração prepara as crianças para assimilar melhor o conteúdo didático. É dirigido para crianças a partir dos 6 anos de idade.

sábado, 26 de setembro de 2009

O VASO RACHADO


Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um suspenso na
extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.

Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre
cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto
aquele rachado chegava meio vazio.

Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em
casa com somente um vaso e meio de água.

Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o
pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a
metade daquilo que deveria fazer.

Depois de dois anos, refletido sobre a própria amarga derrota de ser
"rachado",o vaso falou com a senhora durante o caminho:

-"Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o
caminho até a sua casa".

A velhinha sorriu:

-"Você reparou que lindas flores têm somente do teu lado do caminho? Eu
sempre soube do teu defeito e, portanto, plantei sementes de flores na beira da
estrada do teu lado. E todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas.
Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa.
Se tu não fosses como és eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa".

(desconheço o autor)

A Canoa.


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

Companheiro, você entende de leis?

Não – Responde o barqueiro.

E o advogado compadecido:

É pena, você perdeu metade da vida!

A professora muito social entra na conversa:

Seu barqueiro sabe ler e escrever?

Também não – Responde o remador.

Que pena! – Condoi-se a mestra!

– Você perdeu metade da vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.

O canoeiro preocupado, pergunta:

Vocês sabem nadar?

Não! – Respondem eles rapidamente.

Então é uma pena – Concluiu o barqueiro

– Vocês perderam toda a sua vida!”


"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes!" Paulo Freire

Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
Cada uma delas com certeza tem algo diferente para nos ensinar!

domingo, 20 de setembro de 2009



































































Você sabia?


















































sábado, 19 de setembro de 2009

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