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sábado, 26 de março de 2011

Livrinho para montar com a turminha.Água







Fica um mino pessoal.Beijos
Bya

Modelos de Crachás

















quinta-feira, 24 de março de 2011

Modelos de Crachás

Atividades utilizando o nome de cada aluno é sempre uma boa alternativa no início do ano, pois além do aluno sentir que a professora "sabe quem é ele" ( isso lhe dá segurança), é uma forma das crianças irem (re)conhecendo o seu nome ( ou a primeira letra do nome- dependendo do nível) e de auto-afirmação, tão importante nesse retorno à escola, depois de terem passado 40 dias com a família.

Com o tempo, também vão observando o crachá dos colegas e a partir daí inicia-se o processo de alfabetização, onde estarão distinguindo as letras/palavras, reconhecendo letras, identificando-as e conhecendo-as.

É também uma forma de promover a integração dos alunos entre si e estimulando a se aproximarem do colega "novo" da turma.

IMPORTANTE - Caso vá utilizar os crachás para brincadeiras de encontrar os nomes, o enfoque deve ser a(s) letra(s), então todos os crachás devem ter o mesmo tamanho, serem da mesma cor e de preferência não ter ilustrações que desvie a atenção das letras para a figura.

Sugestões

* Ter pronto o crachá impresso em cartolina ou confeccionado em E.V.A, já recortado.

(Tudo que for feito para os alunos, deve antes de mais nada, ser feito com muito carinho e zêlo - eles se sentirão esperados, o que diminuirá as ansiedades e medos.)

* Se possível ( e dependendo do nível da turma) deixar que eles escrevam o seu nome, caso contrário, pode-se já ter riscado o nome do aluno com letras vazadas, para que eles pintem com lápis colorido, canetas hidrográficas ou mesmo Cola colorida.

* Fazer um crachá igual para a professora, que deverá usar nos primeiros dias. (mais uma vez estarão observando letras e relacionando com as do seu nome).

* Pode-se juntar os coleguinhas pelas igualdade da 1ª letra do nome; pela semelhança entre os nomes (ex. Cristiane e Liliane, Vitor e Higor...) e propor uma atividade para as duplas/ trios realizarem juntos, como a pintura da ficha da primeira folha do caderno (disciplinas)- mais uma forma de estarem repetindo os nomes e ajudando um a decorar o nome do outro.

* Pedir para que um colega observe bem a escrita do nome do seu par, inclusive promover uma conversa sobre as letras que tem no nome de ambos que se repetem , qual letra tem no nome do meu colega e não tem no meu nome.....Dar as mâos no centro da sala, formando um círculo. A professora passa recolhendo os crachás e os embaralha, depois coloca todos os crachás arrumados no centro do círculo e cada dupla de cada vez, deverá encontrar o seu crachá, um parceiro pode ajudar o outro. No final todos estarão com seus crachás.

Caso o aluno erre e pegue o crachá do colega de outra dupla, cabe ao professor avaliar se vale a pena, nesse momento, estar mediando ou não. Se a maioria "reconhece" o seu nome, acho interessante deixar que fique errado mesmo e a medida que os pares forem pegando seus nomes, vai chegar um momento em que sobrará um crachá que não pertence a dupla e estará faltando o crachá do aluno que está procurando o seu nome - nesse momento você já estará avaliando seus alunos quanto a: iniciativa, conhecimento das letras, resolução de situação problema - e aí sim você dá uma "luz":

- Mas estavam todos com o crachá com seu devido nome! Agora este está sobrando e está faltando o crachá do(a) fulano(a). O que terá acontecido?

São levantadas as hipóteses pelos alunos, a professora vai mediando até levá-los a encontrar uma solução.

* DANÇA DA CADEIRA

Arruma-se as cadeiras e coloca em cada uma o crachá de um aluno, nesse caso, todos terão uma cadeira, sairá da brincadeira, o último a encontrar o seu nome ou aquele que sentar na cadeira com o crachá do colega...

* CORRIDA DO NOME

Como uma gincana, ficam duplas de mãos dadas de um lado da sala/pátio e do outro lado, colocam-se os crachás da dupla com mais 2 ou 3 crachás de outros alunos que não estão participando nesse momento. Ao sinal da professora (ou apito) as duplas devem correr até onde estão os crachás com seus nomes, colocarem no pescoço e voltarem correndo para o local da partida. A dupla que chegar primeiro com os crachás corretos ganha.

Tirei do blog da amiga Viviane Patrice

Amei...

Diversidade


O caminho para a (trans) formação do fazer pedagógico

Vivemos hoje em uma época de globalização, tanto da economia quanto das tecnologias e informações que vêm sendo modificadas constantemente e refletem diretamente na cultura da sociedade. Estes progressos como os avanços na medicina, os computadores, meios de comunicação, meios de transporte..., facilitam a nossa vida, trazendo conforto e inovação. A educação deve progredir no mesmo ritmo, acompanhando os progressos e trabalhando em vistas para diminuir as desigualdades que se originam devido aos avanços, visto que há pessoas que ficam desprovidas dessas inovações. Para tanto, faz-se necessário proporcionar esses “confortos”, também para aqueles que não têm acesso, e a ponte mediadora entre essas diferenças é a escola.

Gadotti (2000, p 41) questiona-se quando fala: “que tipo de educação necessitam os homens e as mulheres dos próximos 20 anos, para viver este mundo tão diverso?” Certamente, eles e elas, necessitam de uma educação para a diversidade, necessitam de uma ética da diversidade e de uma cultura da diversidade. Uma escola que eduque para a pluralidade cultural, que perceba o outro como legítimo outro, o qual possui uma história, uma cultura, uma etnia e que perceba a turma de alunos como heterogênea, visto que cada aluno possui um diferencial, pois provém de lugares, culturas e famílias distintas, apresentando ritmos diferentes para aprender, o que caracteriza a pluralidade no espaço escolar.

A escola de hoje precisa encontrar seu caminho para a diversidade, engajando as crianças no mundo das diferenças, preparando-os para ser legítimos cidadãos. Na sala de aula há alunos de diversas culturas, o que requer do professor um olhar diferenciado para seu planejamento, bem como para o currículo escolar, através de adaptações aos conteúdos e atividades desenvolvidas em sala de aula. Também é importante pesquisar a história dos alunos para que o conteúdo a ser estudado esteja de acordo com seus interesses e realidade.

Gadotti (2000, pg. 56) salienta que somente uma educação multicultural pode dar conta desta tarefa.

A educação multicultural se propõe a analisar, criticamente, os currículos monoculturais atuais e procura formar criticamente os professores, para que mudem suas atitudes diante dos alunos mais pobres e elaborem estratégias instrucionais próprias para a educação das camadas populares, procurando, antes de mais nada, compreendê-las na totalidade de sua cultura e de sua visão de mundo.

A diversidade cultural é um fator muito importante de ser analisado no sistema de ensino, pois é a forma de mostrar aos alunos que existem muitas culturas além da que eles estão acostumados a ver. Também devido ao fato de proporcionar uma formação mais ampla aos alunos, no sentido de fazer com que eles interajam com a realidade se auto descobrindo e descobrindo coisas novas, pois muitas vezes o aluno desconhece a sua própria cultura.

Hoje o trabalho desenvolvido nas escolas deve estar voltado para atender todo tipo de diferença, tendo em vista o processo de mudança que vem ocorrendo na sociedade. O “diferente” torna-se muito mais presente no nosso dia a dia, visto que a cada lugar que freqüentamos encontramos alguém diferente, seja com um visual, aparência, sexo, deficiência, cultura, etnia entre outros. Assim, acredita-se que desde a Educação Infantil, os programas educacionais devem estar voltados à diversidade, para que a criança aprenda a respeitar, viver e se construir nesse contexto.

Para tanto, é necessário que a sociedade também valorize as diversidades e que os meios de comunicação também colaborem, ajudando, por exemplo, a não incentivar a violência a homossexuais, travestis, lésbicas, entre outros, pois a escola não deve ser o único fator de mudança, é preciso que toda a sociedade se conscientize. Segundo Gomes (1999) o reconhecimento dos diversos recortes dentro da ampla temática da diversidade cultural (negros, índios, mulheres, deficientes, homossexuais, entre outros) coloca-nos frente a frente com a luta desses e outros grupos em prol do respeito à diferença.

A luta dos educadores pelos direitos e pelo reconhecimento das diferenças não pode ser dar de forma separada e isolada. É preciso que políticas governamentais apóiem os programas educacionais, bem como os meios de comunicação, os quais tem forte influência de persuasão. O professor não pode pensar que a inclusão, é exclusividade de deficientes e que para esta acontecer basta adaptar o espaço físico e ter profissionais qualificados. Isto é preciso, mas não é o suficiente, porque uma escola com olhar voltado para a inclusão social, jamais irá pensar somente no deficiente, mas sim em todo tipo de diferença que existe e que surge a cada dia. Além de oferecer espaço físico adequado, é necessário que a escola prepare as novas gerações para esta educação, voltada para a diversidade. Através desta perspectiva, acredita-se que irão se romper as barreiras negativas construídas ao longo do processo histórico, “o preconceito”.

De acordo com Perrenoud (2001, p. 69)

No início do ano, um professor de ensino fundamental depara-se com 20 a 25 crianças diferentes em tamanho, desenvolvimento físico, fisiologia, resistência ao cansaço, capacidades de atenção e de trabalho; em capacidade perceptiva, manual e gestual; em gostos e capacidades criativas; em personalidade, caráter, atitudes, opiniões, interesses, imagens de si, identidade pessoal, confiança em si; em desenvolvimento intelectual; em modos e capacidades de relação e comunicação; em linguagem e cultura; em saberes e experiências aquisições escolares; em hábitos e modo de vida fora da escola; em experiências e aquisições escolares anteriores; em aparência física, postura, higiene corporal, vestimenta, corpulência, forma de se mover; em sexo, origem social, origem religiosa, nacional ou étnica; em sentimentos, projetos, vontades, energias do momento...

Segundo o autor, parece que nunca terminaríamos de citar as inúmeras diferenças que permeiam o espaço escolar e a sociedade no geral e, devido a isto, acreditamos que não se deve esquecer a particularidade do sujeito, pois cada vez mais o “diferente” aparece, seja na forma de aprender, de se comunicar, ou na de refletir, etc. Para tanto, é importante, valorizar o espaço social, ampliar ações e principalmente, reconhecer que as crianças e adolescentes precisam sonhar, ter oportunidades, não importando qual a sua diferença.

Mudar não é tarefa fácil e todos sabemos disso, mas o prazer da mudança surge quando a própria escola se torna espaço o espaço de (trans)formação. E somente através desta prática (trans)formadora é que poderemos construir uma sociedade mais justa, que inclui e não exclui, que perceba a escola como espaço de construção, através da valorização das individualidades, do respeito para com as diferenças, com a cultura de cada um, onde a educação é o elemento essencial para um mundo melho.

Fonte:http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/diversidade-caminho-paratrasformacao-fazer-pedagogico.htm

AUTISMO Você sabia?


O QUE É?


Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.

O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças.

Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.


CAUSAS


A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).


SINTOMAS E DIAGNÓSTICO


Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.

Sintomas de autismo em uma criança levam o médico ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.

A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).

Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.

Algumas crianças autistas apresentam aumento dos ventrículos cerebrais que podem ser vistos na tomografia cerebral computadorizada. Em adultos com autismo, as imagens da ressonância magnética podem mostrar anormalidades cerebrais adicionais.

Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ouautismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.

Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.



PROGNÓSTICO E TRATAMENTO


Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.

Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal - por exemplo, aquelas com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.

Crianças autistas na faixa de Q.I. próximo ao normal ou mais alto, freqüentemente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.

Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.

A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos. Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.


LISTA DE CHECAGEM DO AUTISMO


A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os sintomas podem variar de intensidade ou com a idade.


Dificuldade em juntar-se com outras pessoas,

Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina,

Risos e sorrisos inapropriados,

Não temer os perigos,

Pouco contato visual,

Pequena resposta aos métodos normais de ensino,

Brinquedos muitas vezes interrompidos,

Aparente insensibilidade à dor,

Ecolalia (repetição de palavras ou frases),

Preferência por estar só; conduta reservada,

Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,

Faz girar os objetos,

Hiper ou hipo atividade física,

Aparenta angústia sem razão aparente,

Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo,

Apego inapropriado a objetos,

Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e

Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras.


Fonte :http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44

Chamadinha


Fonte:Espaço educar.

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