Bem-vindos todos que tem espírito de promoção da infância, pureza e alegria das crianças.
Pois...“Dentro de todo homem há uma criança escondida que quer brincar." Friedrich Nietzsche.
Que legal!
Perfil:
- Bya
- Ibirapuitã, Rio Grande do Sul, Brazil
- Esposa e muito mãe apaixonada!Professora de Educação Infantil,estudante de pedagogia,adoro ocupar meu tempo com várias técnicas de artesanato.Uma pessoa amiga e defensora dos animais. Enfim,como dizem meus amigos a Tia Bya!
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Sorria mais!
Aos que me visitam.
As imagens e postagens coletadas da internet têm caráter ilustrativo, minha intenção não é fazer plágio ou violar direitos autorais e sim, compartilhar materiais que considero de grande valia para enriquecer nosso trabalho que é EDUCAR.
Peço aos autores que se pronunciem para que sejam dados os devidos créditos. Conto com a compreensão de todos.
Com carinho Bya.
Meu filho,minha paixão.
Obrigado senhor!
Provérbio chinês
QUE BOM.JÁ PASSARAM POR AQUI!!
quarta-feira, 9 de março de 2011
FASE DE ADAPTAÇÃO

A mãe por sua vez, também fica ansiosa e insegura, ela quer e precisa deixar a criança mas, geralmente tem aquele sentimento de dó e muitas vezes até chora. É o segundo cordão umbilical que deve ser cortado e para a mãe, isto pode representar uma perda.
Na maioria das vezes, a criança sente medo, chora e não quer ficar, o que é uma reação normal, pois ali, tudo é novo para ela, ainda não tem vínculos com ninguém e com nada.
Cabe à escola, orientar os pais, mostrando-lhes que tais reações fazem parte da adaptação, que a criança precisa de um tempo e da segurança (que eles devem passar isso para ela), até a criança e as pessoas da escola criarem vínculos de confiança e afetividade.
Ao receber uma criança, a escola recebe uma FAMÍLIA. É muito importante, haver momento onde os pais e a professora possam conversar para se conhecerem um pouco e já criar os primeiros vínculos de confiabilidade.
Há várias formas de lidar com esta fase, quando há também crianças que não têm "dificuldades" de adptação.
Para aqueles que demonstram dificuldade, é prudente orientar os pais para ficarem em um determinado lugar, sem que a criança os veja, só para terem a certeza de que tudo vai ficar bem.
O Horário deve ser gradativo, combinam de pegar a criança mais cedo até a criança se acostumar.
Outro recurso que deve ser usado também, é a criança levar seu travesserinho, almofada, bichinho ou brinquedo preferido para não se sentir sozinha.
Quando os pais forem muito ansiosos e a adaptação não acontecer, sugere-se que outra pessoa leve a criança: a babá, tia, avó ou vizinha.
O gratificante é que, com o tempo e no final deste período, aquela criança chorona e insegura torna-se saltitante, risonha e feliz no meio dos coleguinhas e com as pessoas da escola. É um mundo novo que começou...
Fonte: Uni-Duni-tê (prazer em aprender) Ed. CEDIC

Por Martha Medeiros
Qual o elogio que uma mulher adora receber?
Bom, se você está com tempo, pode-se listar aqui uns setecentos:
mulher adora que verbalizem seus atributos, sejam eles físicos ou morais.
Diga que ela é uma mulher inteligente, e ela irá com a sua cara.
Diga que ela tem um ótimo caráter e um corpo que é uma provocação,
e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito,
da sua aura de mistério, de como ela tem classe:
ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter o cargo vai depender da sua
perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe,
que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades,
que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade,
seu bom gosto musical.
Agora quer ver o mundo cair?
Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha.
Voz fina, roupas pastel, calçados rente ao chão.
Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja,
cuida dos sobrinhos nos finais de semana.
Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor.
Nunca teve um chilique.
Nunca colocou os pés num show de rock.
É queridinha.
Pequeninha.
Educadinha.
Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos.
Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas.
Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos.
A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas,
crucifixo em cima da cama, tudo certinho.
Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um
desejo incontrolável de virar a mesa.
Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas.
Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes,
estrelas, profissionais.
Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen.
Ser chamada de patricinha é ofensa mortal.
Pitchulinha é coisa de retardada.
Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa.
Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo.
As boazinhas não têm defeitos.
Não têm atitude.
Conformam-se com a coadjuvância.
PH neutro.
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções,
é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas,
apressadas, é isso que somos hoje.
Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos.
As “inhas” não moram mais aqui.
Foram para o espaço, sozinhas.
O Mulherão
Por Martha Medeiros
Peça para um homem descrever um mulherão.Ele imediatamente vai falar do tamanho dos seios,na medida da cintura,no volume dos lábios,nas pernas,bumbum e cor dos olhos.Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,1,80m,siliconada,sorriso colgate.Mulherões,dentro deste conceito,não existem muitas:Vera Fischer,Leticia Spiller,Malu Mader,Adriane Galisteu,Lumas e Brunas.Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma a cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus por dia para ir ao trabalho e mais dois para voltar,e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matricula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para buscar uma pensão de 100 Reais.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana.Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta,que malha,que usa salto alto, meia-calça,ajeita o cabelo e se perfuma,mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.Mulherão é quem leva os filhos na escola,busca os filhos na escola,leva os filhos para a natação,busca os filhos na natação,leva os filhos para a cama,conta histórias,dá um beijo e apaga a luz.Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,é quem faz serviços voluntários,é quem colhe uva,é quem opera pacientes,é quem lava roupa pra fora,é quem bota a mesa,cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão.Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa,TPM,menstruação.Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios.Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.
LUMAS,BRUNAS,CARLAS,LUANAS E SHEILAS:Mulheres nota dez no quisito lindas de morrer, mas MULHERÃO É QUEM MATA UM LEÃO POR DIA
Não deixem de ler as outras crônicas:
http://www.marthamedeiros.com.br/
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA CRIANÇA ATÉ 5 ANOS DE IDADE E DE SEU DESENVOLVIMENTO

Mostramos abaixo um resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida.
As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.
0 a 3 meses
No primeiro mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com barulho inesperado.
Passa boa parte do tempo dormindo.
Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto ou alguém se estiver bem próximo a ele.
No 2º ao 3º mês, o bebê já começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece os pais.
Abre e fecha as mãos, leva-as à boca e suga os dedos.
Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar objetos suspensos.
Desenvolve um tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta, como por exemplo, o constante e agudo.
Com brincadeiras e músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas, braços, sorri e dá gritinhos. Quando ouve a voz dos pais, o bebê vira a cabeça.
Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de vogal.
Nesta fase, é importante organizar a rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos os dias na mesma hora.
É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.
4 a 7 meses
Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer ver o que está acontecendo ao seu redor.
Rola de um lado para o outro.
Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de uma mão para outra e coloca-o na boca.
Apresenta equilíbrio quando colocado sentado. Ri quando algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da expressão facial.
Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas estranhas.
Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das pessoas ao seu redor Movimenta a cabeça na direção do som escutado.
Pára de chorar ao ouvir música.
Sorri quando quer atenção do adulto.
Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está explorando um brinquedo.
Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão.
8 a 11 meses
Engatinha e senta sem apoio.
Consegue ficar em pé com apoio.
Aponta para objetos ou pessoas.
Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar Demonstrar raiva quando não é o centro das atenções.
Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.
Reclama quando é contrariado. Localiza a fonte sonora.
Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.
Começa a compreende o significado de alguns gestos.
Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.
Fase do treino com monossílabos do tipo: “ma-ma”, “da-da”, “ne-ne”.
1 a 2 anos
Anda sem apoio.
Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.
Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).
Gosta de rabiscar no papel.
Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo. Mostra senso de humor.
Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou quando é elogiado.
Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.
É possessivo. Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças. Reconhece o próprio nome.
A partir dos 18 meses começa a criar frases curtas.
A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo “nenê-papá, nenê-naná”, mas até o término do ano constrói frases de até três palavras como: “quer ver tevê”.
Esta é a fase das perguntas: “que é isso?”
Usa o próprio nome.
Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.
Apresenta atenção para histórias pequenas.
Ações que realiza Como Reage Como se comunica
2 a 3 anos Tira os sapatos.
Chuta bola sem perder o equilíbrio.
Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas.
Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas. Apresenta percepção de quem é.
Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.
Tenta impor suas vontades.
Prefere companhia para brincar.
Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo arrumar a mesa do jantar. As frases vão aumentando e surge o plural.
As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta.
Pergunta: "cadê", "O que", "onde".
Fala de si mesma na 3a. pessoa.
Chama familiares próximos pelo nome.
3 a 4 anos
Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.
Gosta de desenhar.
Nesta fase já consegue segurar um lápis na posição correta.
Consegue pedalar. Brinca com as outras crianças.
Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo. Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.
Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.
É comum a troca do '"r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.
Compreende os conceitos de igual e diferente.
É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.
Lembra e conta histórias.
4 a 5 anos
Consegue usar a tesoura, corta papel.
Maior domínio no uso de talheres.
Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento. Está mais sociável com as outras crianças.
Se sente grande perto das crianças menores.
Sente vontade de tomar as suas próprias decisões. Nesta fase o vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas palavras.
Expressa seus sentimentos e emprega verbos como “pensar” e “lembrar”.
Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre as sentenças, como por exemplo: “e então”, “porque”, “mas”, etc.
Gosta de inventar e contar as próprias histórias.
Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.
Fonte: Estimulando.com.br
Obrigado!
Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar por fazer de mim um professor no mundo da educação. Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons. São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento. Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também sofrimento que me fez crescer e evoluir. Quero renovar cada dia à coragem de sempre recomeçar. Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir. Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho. Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.
“... Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no Jardim de Infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. "(Pedro Bial)
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